Não deixes Afundar
As reservas.
Clica no botão abaixo para enviar automaticamente um email aos deputados da Assembleia Legislativa Regional apelando à recusa desta alteração.
O MAR DOS AÇORES ESTÁ EM RISCO.
Precisamos da tua voz para protegê-lo.
Os Açores têm sido um exemplo de liderança na conservação marinha em Portugal e no mundo.
Com a criação do Parque Marinho dos Açores e da RAMPA (Rede de Áreas Marinhas Protegidas dos Açores), a região passou a proteger cerca de 30% do seu mar, sendo mais de metade destas áreas classificadas como Zonas de Proteção Total.
Estas zonas funcionam como reservas marinhas, onde todas as atividades extrativas — incluindo a pesca — são proibidas.
São verdadeiros santuários de vida marinha, fundamentais para a regeneração dos ecossistemas, a proteção de espécies vulneráveis, e a resiliência do oceano face às alterações climáticas.
O que acontece no mar, não fica no mar…
A proteção total beneficia as pessoas — ao fortalecer, a longo prazo, atividades como a pesca, o turismo e a investigação.
O que está em risco?
Está em discussão na Assembleia Legislativa Regional uma proposta de alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 28/2011/A — que estrutura o Parque Marinho dos Açores e a rede de Áreas Marinhas Protegidas — para permitir a pesca de salto e vara, dirigida às espécies de atum, dentro das atuais zonas de proteção total.
Clique aqui para ver o mapa

Se for aprovada, esta medida:
Abre um precedente perigoso, enfraquecendo as regras da proteção total;
Compromete o equilíbrio ecológico e a função destas áreas;
Portugal não cumpre os seus objetivos internacionais de proteção marinha;
Torna a fiscalização mais complexa, uma vez que a grande maioria da frota tem mais do que uma licença atribuída, estando autorizada para outros tipos de pesca para além do salto e vara.
Mesmo com artes seletivas, a introdução da pesca nestas zonas descaracteriza o conceito de proteção total, que visa eliminar fatores extrativos e favorecer os ciclos naturais de reprodução, abundância e equilíbrio ecológico.
Comprometer zonas de proteção total reduz os benefícios que sustentam as pescas, prejudicando a reposição dos stocks e o rendimento futuro das comunidades piscatórias. O futuro da pesca de salto e vara não depende de expandir áreas de atividade mas sim de valorizar a seletividade desta arte como uma mais-valia, sem comprometer áreas protegidas.
Profissionais da área alertam ainda para potenciais problemas de constitucionalidade, que podem criar insegurança jurídica na gestão do mar dos Açores.
UMA TRANSIÇÃO JUSTA IMPORTA — MAS SEM ABRIR MÃO DA PROTEÇÃO TOTAL
A criação e gestão de áreas protegidas deve ser justa, informada e participativa, respeitando quem vive e trabalha com o mar.
Uma transição justa não passa por abrir mão das zonas de proteção total – peças fundamentais para garantir uma rede eficaz de Áreas Marinhas Protegidas.
Ajuda-nos a travar esta alteração.
Como te deves manifestar?
O período de influência pública decorre até janeiro de 2026.
Este é um momento decisivo!
Não deixes afundar as reservas!
Clica no botão abaixo para enviar automaticamente um email aos deputados da Assembleia Legislativa Regional apelando à recusa desta alteração.
Juntos, protegemos o oceano.
Juntos, defendemos o futuro.
Não deixes afundar as reservas!
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Juntos, protegemos o oceano.
Juntos, defendemos o futuro.
